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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Consumidores levam as vidas para a nuvem, diz Ericsson

A possibilidade de manter-se constantemente conectado à Internet está fazendo com que os consumidores dependam cada vez mais da nuvem para suas necessidades diárias, de acordo com uma pesquisa realizada pelo ConsumerLab da Ericsson (NASDAQ: ERIC). E mesmo que tenha sido a revolução do smartphone quem começou esta tendência, a pesquisa mostra que é o uso dos aplicativos quem deverá fazer com que ela continue. São os aplicativos que estão definindo a maneira como as pessoas usam os dispositivos conectados.

O comportamento ao redor dos aplicativos está criando um novo conjunto de expectativas no que diz respeito à conexão dos dispositivos eletrônicos pessoais. Os dispositivos precisam estar conectados para serem úteis. Por exemplo, 54% dos usuários de dispositivos de armazenagem portáteis dos EUA disseram que gostariam de poder sincronizá-los com seus computadores pessoais a partir de qualquer lugar. E 49% dos proprietários de câmeras da amostra gostariam de ter acesso direto a um sistema de armazenagem seguro para suas fotos.

Michael Björn, head de Pesquisa do ConsumerLab da Ericsson, diz: "Nossa pesquisa descobriu que os aplicativos atraem as pessoas em um nível emocional. Os consumidores apegam-se a um certo grupo de aplicativos que fazem com eles que se sintam com mais controle sobre suas vidas, e que transformam suas tarefas rotineiras em experiências positivas. Os aplicativos dão aos consumidores uma nova sensação de liberdade: se precisam de alguma coisa, é provável que já exista um aplicativo que possa ajudar."

A pesquisa, conduzida em várias localidades, incluindo os EUA, partes da Europa e do Japão, descobriu que os consumidores cada vez mais conectam-se à Internet usando seus smartphones antes mesmo de sair da cama. Em 2011, 35% por cento dos usuários de Android e iPhone dos EUA interagiram com aplicativos que não são de voz por meio dos seus smartphones, antes de levantar. A facilidade do acesso à Internet permite aos consumidores utilizar um número cada vez maior de serviços baseados em nuvem para realizar as tarefas do dia a dia.

Os consumidores de hoje dependem menos dos dispositivos que usam do que dos aplicativos que os ajudam, não apenas para conectar-se a sites de notícias ou mídias sociais, por exemplo, mas também para encontrar um lugar para jantar, organizar a agenda familiar e outras atividades diárias. A cultura do aplicativo vem transformando-se em um novo modo de vida e agora se estende aos usuários de tablet e outros dispositivos.

A pesquisa do ConsumerLab da Ericsson também descobriu que esta "cultura do aplicativo" é facilmente transferível entre dispositivos móveis – as pessoas estão usando os aplicativos nos tablets da mesma forma que o fazem nos seus smartphones. O contexto e a situação, não o dispositivo, determinam como o consumidor usa o aplicativo.

Os estudos do ConsumerLab da Ericsson também revelam o que pode ser um momento decisivo: independentemente do dispositivo que estão usando, cada vez mais as pessoas estão percebendo como o seu dia a dia fica mais difícil quando não estão continuamente conectadas à nuvem.

As descobertas dos 18 meses de pesquisa conduzidos pelo ConsumerLab da Ericsson sobre o uso da Internet móvel foram apresentadas no Ericsson Business Innovation Forum, no Vale do Silício, em 11 de maio.

Temos como intuito postar notícias relevantes que foram divulgadas pela mídia e são de interesse do curso abordado neste blog. E por isso esta matéria foi retirada na íntegra da fonte acima citada, portanto, pertencem a ela todos os créditos autorais.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quem são os consumidores de chocolate no Brasil


Uma pesquisa realizada pelo Ibope Mídia escutou 18.884 pessoas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Brasília, além do interior de São Paulo e das regiões sul e sudeste, para conhecer os hábitos de consumo de chocolate dos brasileiros.

Por faixa etária, os mais vorazes são os jovens de 12 a 19 anos de idade, dentre os quais 77% consumiram o derivado de cacau, percentual que decresce de acordo com a classificação etária (20/24: 73%; 25/34: 70%; 35/44: 61%; 45/54: 60%; 55/64: 53%).

Por capitais, o curitibano é o que mais consome chocolate, com um total de 73% da amostragem; São Paulo vem em seguida, com 71%. O interior dos estados do Sul estão na outra ponta da tabela, com 58%.

Do total das pessoas que consumiram chocolates nos últimos sete dias, 82% consumiram do tipo Tablete Puro. Em segundo lugar aparecem os bombons (72%), seguidos de barras recheadas (55%).

Temos como intuito postar notícias relevantes que foram divulgadas pela mídia e são de interesse do curso abordado neste blog. E por isso esta matéria foi retirada na íntegra da fonte acima citada, portanto, pertencem a ela todos os créditos autorais.