quarta-feira, 22 de junho de 2011

Qual será o futuro da Administração?

por João Pedro Silva

Estamos vivenciando um novo cenário econômico e precisamos nos atualizar para a nova administração mundial. Com países do velho mundo em crise e novas potências surgindo, percebemos claramente que os antigos conceitos (culturas Organizacionais) precisam ser revistos. Faço curso superior em administração de Empresas, portanto serei um Administrador em um futuro próximo e por vezes sinto necessidade de fazer disso um motivo de orgulho, porém boa parte do tempo me sinto solitário em uma área pouco produtiva, onde professores treinam seus alunos a fazerem uma boa gestão e a serem profissionais capazes de gerenciar de forma segura suas empresas. Não quero apenas ser um bom profissional, não quero aprender a ser um “bom gestor”, quero errar, criar e me tornar um gestor inovador, criativo e competitivo.
pensador Qual será o futuro da Administração?A nova conjuntura mundial necessita de profissionais inovadores capazes de criar novas culturas oraganizacionais, arriscar e, por fim, LIDERAR com maestria suas empresas, colocando-as em um lugar de destaque no mundo competitivo e acirrado que estamos vivendo hoje. Mas onde estão os professores capazes de gerar a inovação? Onde estão os profissionais ousados capazes de transformar pessoas em líderes? Se as empresas não os têm não será na academia que os teremos. Precisamos nos arriscar, criar, inovar e certamente errar agora que ainda temos tempo para isso. No futuro nos restará apenas seguir um modelo pré-estabelecido onde erros não serão tolerados e também não teremos tempo para criação e inovação.
Somos o futuro (ao menos queremos ser) das empresas, futuros profissionais que ao assumirmos a gestão do novo mercado, teremos um panorama desconhecido e ainda mais competitivo do que foram antes quando nossos acadêmicos (Professores) atuavam. Sendo assim, será que estamos preparados? Convido a todos os “pré-profissionais” a se engajarem com seu próprio futuro, para que possamos assumir nossas empresas e não assistirmos sentados repletos de conteúdo teórico (e pouca capacidade crítica) , trainees estrangeiros assumindo a gestão da nossa “casa”, nosso país.

Não quero ser apenas supervisor de uma gestão “gringa”, gerente sem autonomia criativa. Quero ser parte da empresa e deixar meu DNA se misturar ao da corporação onde irei trabalhar e que, quando for criado um novo produto ou uma nova estratégia, que eu veja um pouco da minha personalidade doada na própria criação.

Afinal qual será o nosso papel como administrador daqui para a frente?



Temos como intuito postar notícias relevantes que foram divulgadas pela mídia e são de interesse do curso abordado neste blog. E por isso esta matéria foi retirada na íntegra da fonte acima citada, portanto, pertencem a ela todos os créditos autorais

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